NÃO PROCURE NO HOMEM A RESPOSTA PARA O SEU VAZIO

(Interessante…)

Ah segunda-feira… depois comento mais…
 
NÃO PROCURE NO HOMEM A RESPOSTA PARA O SEU VAZIO
retirado do site: www.eradourada.com.br
 
 
Os desvios da cultura moderna formatam mulheres enfraquecidas,
infelizmente talvez a maioria delas, que acabam buscando fora o que não
encontram em si – mas está ali, sim! – e terminam essa via sombria
buscando no seu homem. Sentem um vazio gigantesco dentro do seu próprio
interior, e então associam esse vazio ao preenchimento de uma força
masculina. Ao doarmos aquilo que nos pertence, ficamos sem. Nosso amor
vai se extinguindo de dentro de nós. E, sem percebermos, adoecemos! Nos
tornamos solitárias. Culpadas!

É disso que fala esta contundente reflexão de Marcia Simões Lopes,
jornalista, praticante da Cura Nativa e autora do livro "Águia Dourada
Que Canta".

Márcia vai além, alertando: "Mães que manipulam seus filhos para
conseguirem algo. Esposas que dão um jeitinho para driblar seus
maridos. A quem pensam que estão enganando? Seus filhos, seus espelhos,
recebem informações estranhas quanto à verdadeira natureza dessa
energia que é o feminino, e que também é presente neles".

O Sagrado Feminino é a consciência que a mulher tem de que ela é um ser
completo. Sem que percebam, muitas mulheres acabam "esticando", além do
sentido verdadeiro da amizade e do amor, as suas relações com os seus
namorados, com os seus maridos e amigos, e esse movimento do "esticar"
traz no seu bojo a necessidade que o homem tem pela energia do
feminino. Essa sutil energia de dependência do homem pela energia do
feminino desencadeia na mulher, sem que ela perceba, outro tipo de
dependência: sentir-se mãe do homem…

Nós, mulheres, trazemos a energia da criação, da intuição, da revelação
do que está imerso e obscuro, trazemos a energia da transmutação que se
manifesta em nosso próprio organismo através do ciclo menstrual. Quando
menstrua, a mulher está preparando seu organismo para que nele possa
ser gerada a vida. Assim é também a Mãe Terra que, por uma questão de
sobrevivência, utiliza-se de sua própria inteligência para que nela
seja gerada a vida. Por isso ocorrem os tremores de terra, as
movimentações das placas tectônicas, pois para que a harmonia no
interior da terra seja reestabelecida, é preciso que essa grande Mãe
gere essa força.

A energia do feminino, presente na mulher e na Natureza, é geradora! É
criadora! E tudo isso é bem diferente de ser mãe do homem. Essa
dependência faz com que ela não abandone seu "filho" homem; a faz
sentir-se responsável por ele. Culpada!

Uma energia que aos poucos vai minando a força do feminino, pois essa
deixa de existir para dar lugar à outra energia: de dependência e medo!

Essa sutil relação de dependência cria laços fortes entre as partes e é
muito presente nos relacionamentos entre homem e mulher, contribuindo
para que seja minado o poder do feminino, nos levando ao afastamento do
nosso próprio caminho.

E então, nos fragmentamos…

Substituímos parte da nossa natureza pelas necessidades alheias,
enfraquecendo a nossa energia: o sagrado feminino… Que é a nossa
totalidade. Que é a nossa completude… Nosso poder criativo e
gerador…
Enfraquecidas, não nos percebemos e buscamos fora de nós – na maioria
das vezes, buscamos no homem aquilo que é inerente à mulher.

Para que tenhamos de volta o que nos foi retirado, basta re-criarmos.
Como faz a grande Mãe ao gerar a sua própria energia para seu renascer
constante. Durante anos, estamos alimentando esse ciclo, confundindo o
sentido da "necessidade" com o sentido do "prazer". Não necessitamos do
homem para viver. Somos completas! Somos a força criadora, somos nós
quem "gestamos" a vida. Sentimos prazer por estar com um homem. É
diferente de necessitarmos dele!

Ao doarmos aquilo que nos pertence, ficamos sem – São muitas, quase
todas, as mulheres que sentem um vazio enorme dentro do seu próprio
interior, e então associam esse vazio ao preenchimento de uma força
masculina. Uma situação típica nossa, não é mesmo? Mas esse vazio que
sentimos dentro de nós é a carência do nosso próprio amor, que muitos
homens levaram. Eles precisaram e, por nos sentirmos "mãe", nós doamos.
E nada tivemos em troca. Porque a energia do masculino mais recebe.
Pouco doa. É da sua natureza. Não se trata aqui de energias positivas e
negativas, ou boas e ruins. Trata-se de conhecer a natureza de cada uma
dessas energias das quais somos feitos: o Universo, e nós, seres
humanos! A doação é uma manifestação do feminino. A Terra, na sua
benevolência, doa seus frutos aos seus filhos. Mas, para cada doação,
há um ciclo de energias que alimenta a terra e a auxilia para que seja
pleno o seu próximo plantio. São as estações! Cada qual nos presenteia
com um tipo de mineral, todos importantes para nosso crescimento, para
a nossa saúde.

Ao doarmos aquilo que nos pertence, agindo por uma carência do outro,
sem que seja aquela a estação propícia para a doação, ficamos sem.
Nosso amor vai se extinguindo de dentro de nós. E, sem que percebemos,
adoecemos! Nos tornamos solitárias. Nos sentimos mãe, e não, mulher!
Nos afastamos do nosso sagrado feminino, que é o nosso poder pessoal.
Nos afastamos de quem somos, essencialmente. E por isso mesmo nos
sentimos fracas, carentes. Permanecemos, há tempos, presas a um tipo de
furto que é tão imperceptível, tão sutil, que até colaboramos para que
ele aconteça. Colaboramos para que levem aquilo que nos pertence: a
energia do nosso sagrado feminino!

É importante que cada uma diga para si mesma: "Eu sou uma mulher
completa! Eu não necessito do homem para ser feliz!"

A mulher é intuitiva. É receptiva, como a semente que germina na terra.
Somos bruxas, é verdade, mas não somos manipuladoras. Nossa natureza é
mágica, porém não oportunista. Vemos e ouvimos e sentimos além do que
os homens podem fazer. Por nossa natureza generosa atraímos, no bom
sentido, a energia do homem, carente desses atributos. Porém, há de se
ter mais atenção às palavras proferidas quando falamos de nós mesmas,
atenção também aos nossos atos. Enorme a quantidade de mulheres que
manipulam os homens e os homens da família.

A mulher deve olhar para dentro de si. Buscar utilizar o seu enorme dom
para construir. E não para manipular! Mães que manipulam seus filhos
para conseguirem algo. Esposas que dão um "jeitinho" para driblar seus
maridos. A quem pensam que estão enganando? Seus filhos, seus espelhos,
recebem informações estranhas quanto à verdadeira natureza dessa
energia que é o feminino, e que também é presente neles. É uma cadeia
de falsos conceitos e de falsos valores que se perpetua há tempos,
passada de geração para geração.
A responsabilidade com nossa força, com nossa energia é tão valiosa
quanto a responsabilidade que temos com a vida do planeta onde vivemos.

Estar com o homem é um prazer, e não uma necessidade.

Hoje em dia, os homens, com seus discursos "feministas" são os nossos
melhores professores. Pois eles são o espelho do equívoco criado a
respeito do verdadeiro sentido do sagrado feminino. Refletem o
estereótipo que a mulher criou a respeito de si mesma. Não bastasse
eles se apropriarem desse falso conceito criado pela mulher,
apresentam-se como nossos melhores e maiores aliados sendo que muitos,
até mesmo falam do sagrado feminino sem que sequer tenham ou busquem
dentro de si a compreensão da energia masculina, inerente à sua
natureza. Como querem nos ensinar sobre o sagrado feminino, algo que é
inerente à natureza da mulher?

É importante que estejamos atentas a esses homens que, além de falarem
sobre o nosso sagrado feminino, se sentem apropriados a nos ensinarem
sobre quem somos nós, mulheres! É importante atentar a esse fato pelo
simples motivo deles refletirem, nada mais nada menos do que a máscara
que a mulher criou para ela. É fundamental que possamos nos ver, para
que possamos escolher outro caminho, outra forma de nos buscar e trazer
para o nosso íntimo o verdadeiro sagrado feminino!

 

Thais Marzagão

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Sobre thekingw

Vamos ver se eu falo sobre mim um dia.
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